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terça-feira, 16 de fevereiro de 2016
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
Osteopenia
Osteopenia é a densidade mineral
óssea, com o passar dos anos os ossos começam a perder os sais minerais peso
(massa) e estrutura isso os torna mais frágeis e com risco de fraturas. Os indivíduos
começam a perder massa óssea a partir dos 30 anos de idade. Algumas pessoas com
osteopenia podem não ter perda de massa óssea. As mulheres estão mais propensas
a ter perda de massa óssea devido a mudanças hormonais especialmente durante a menopausa.
Causas:
·
Transtornos
alimentares;
·
Quimioterapia ou
medicamentos estereóides;
·
Exposição a
radiação;
·
Histórico familiar
de osteoporose;
·
Tomar bebidas
gaseificadas ou álcool em excesso aumenta o risco de osteopenia.
Tratamento para Osteoporose
e Osteopenia
·
Mudanças no estilo
de vida;
·
Ingestão de
suplementos d cálcio combinados com vitamina D ajuda o organismo a absorver
cálcio e outros minerais. A vitamina D
esta presente em ovos, salmão, sardinha, peixes-espada e em alguns óleos de
peixes. O cálcio está presente no leite e em produtos lácteos. É importante fazer exercícios para manter ossos
fortes.
·
Exercícios que
envolvem o trabalho muscular e ósseo, como, por exemplo, caminhadas (distâncias
longas e em terrenos inclinados) dança, são ótimas opções.
·
Adicionar exercícios
que envolvem peso leve e elasticidade podem ajudar os ossos da parte superior
do corpo
terça-feira, 25 de setembro de 2012
Alimentação rica em potássio
A ingestão adequada de potássio diminui os níveis de pressão sanguínea, além de proteger contra infarto arritmias cardíacas. A recomendação para consumo de potássio é de 70 a 80 mmol/dia (2,7 a 3,1g). Essa quantidade pode ser atingida com o consumo adequado de frutas e vegetais, por exemplo: 1 unidade de banana em média tem 86 g, tem em média 0,35 g de potássio. Recomenda-se o consumo de verduras e legumes com quatro porções no mínimo e cinco no máximo, em preparações como saladas, cocção ao vapor ou cozidas em pouca água, buscando preservar ao máximo o valor nutritivo desses alimentos. Obs. (Pacientes com Insuficiência Renal devem descartar a água do cozimento).
O grupo das frutas tem como recomendação o consumo de três porções no mínimo e cinco no máximo, procurando frutas da época e de cada região, usufruindo dos sabores, da qualidade e respeitando os hábitos alimentares. Devem ser consumidas preferencialmente cruas ou em forma natural ou como sucos.
Alimentos com elevada quantidade de potássio
Frutas
1 banana nanica ou prata média
1 fatia média de melão
1 laranja média
1 kiwi médio
½ abacate médio
1 mexerica média
½ copo de água de coco
1 fatia média de mamão
Hortaliças e Leguminosas
1 pires chá de acelga pura
1 pires chá de couve crua
3 colheres de sopa de beterraba crua
1 pires chá de batata frita
2 colheres de sopa de massa de tomate
1 concha pequena de feijão
1 concha pequena de lentilha
Hortaliças como couve flor, espinafre, berinjela, vagem, quiabo, brócolis, abobrinha, batata, mandioquinha e abobora, devem ser cozidas em água e esta deve ser desprezada.
Outros alimentos com quantidade elevada de potássio
Frutas secas, tomate seco, extrato de tomate, caldo de cana, oleaginosas, (amendoim, castanhas, etc.), chocolate, caldas de compota de frutas, sucos de frutas concentrados.
Observação: Frutas e hortaliças não citadas neste contexto possuem baixa ou média quantidade de potássio em sua composição. Além disso, resalto que pacientes com Insuficiência Renal Crônica devem consumir fontes de potássio com moderação.
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
Gordura Saturada
Nos últimos anos, muito tem se discutido a relação entre o consumo elevado de gordura e o desenvolvimento de doenças cardiovasculares e circulatórias.
Esse grande vilão da saúde é conhecido como a gordura saturada.
É proveniente de alimentos de origem animal como carnes, leite integral e seus derivados (manteiga, queijo), chocolate, alimentos fritos etc.
Seu consumo excessivo aumenta as gorduras sanguíneas como colesterol total, LDL-colesterol e triglicérides.
Porém, o que muita gente não sabe é que a gordura insaturada também pode ocasionar tais problemas. A gordura saudável, proveniente de alimentos de origem vegetal, quando transformada em saturada, através do processo de hidrogenação industrial, passa a ter outras características, que não anteriores.
A gordura insaturada é líquida em temperatura ambiente como os óleos vegetais, por exemplo. Através do processo de hidrogenação industrial, os óleos se solidificam, dando aos alimentos maior estabilidade, consistência, sabor sem ranço e maior tempo de prateleira.
O resultado dessa hidrogenação parcial é a chamada gordura trans. Ela está presente principalmente nas margarinas e alimentos preparados com estes ingredientes, além de alimentos industrializados, como sorvete, salgadinho de pacote, bolos industrializados, biscoitos recheados, bolachas, batata frita, pratos congelados, etc.
A gordura trans tem ação semelhante a das gorduras saturadas e, além disso, diminui o que chamamos de colesterol "bom" - o HDL e aumenta o colesterol "ruim" - o LDL, portanto só pode ser consumida com moderação.
No Brasil, o Ministério da Saúde e a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (Abia) estabeleceram em 2008 metas para reduzir o percentual de gorduras trans nos alimentos a um limite de 2% do total de gorduras até o final de 2010.
Desde então, alguns fabricantes estão substituindo a gordura hidrogenada pela gordura interesterificada.
Para produzir margarinas com "baixo conteúdo de trans" ou "livre de trans", os fabricantes agora interesterificam uma mistura de óleo líquido com óleo totalmente hidrogenado.
Mas alguns estudos já sugerem que esse tipo de gordura pode ser mais prejudicial à saúde do que a gordura hidrogenada.
Por isso precisamos ficar atentos ao consumo excessivo de alimentos industrializados ricos em gorduras. a final não sabemos claramente o que estamos consumindo.
segunda-feira, 23 de julho de 2012
Alimentação durante a Gestação
Aumentar fracionamento das refeições: pelo menos 6 ao dia;
Reduzir o volume de cada refeição;
Aumentar consumo de proteínas;
(Aumentar o consumo de ferro Heme (“carnes”, e peixes e frutos do mar) ferro não heme (leguminosas, folhosos, gema de ovo, sementes) Ex: soja e cenoura).
Associados ao consumo de vitamina C; ex: Suco natural de laranja após refeição;
Aumentar o consumo de cálcio, (não nas grandes refeições, almoço e jantar) (derivados de leite e folhas verdes escuras; Ex: escarola, couve, brócolis).
Aumentar a ingestão de fibras alimentares, principalmente nos lanches; (grãos e cereais integrais).
Preferir preparações simples; (cozidos, ensopados, assados, grelhados).
Evitar frituras em geral, assim como concentrados em sacarídeos (doces, balas, pastelaria e refrigerantes).
Substituir corretamente os alimentos energéticos (arroz, batata, macarrão e farinhas). (preferir integrais)
Evitar uso abusivo de óleo e azeite, preferir vinagre, limão, cheiro verde, salsa, ervas naturais;
Aumentar a ingestão de líquidos nos intervalos das refeições
Evitar o uso de café, chá mate; (consumir no máximo 3 xícaras pequenas ao dia)
Não ingerir álcool, não fumar, não usar drogas;
Evitar uso indiscriminado de açúcar de adição, usar sal iodado;
Evitar uso excessivo de edulcorantes (adoçantes artificiais);
Praticar alguma atividade física sob orientação médica; (Evitar exercícios aeróbicos e de alto impacto);
Fazer as refeições em ambiente calmo, mastigando bem;
Evitar deitar após as refeições;
Gestantes em sobrepeso: Ganho de peso máximo durante toda gestação é de 07 kg.
Gestantes com peso adequado: Podem ganhar até 12 kg durante toda gestação, no máximo 16 kg.
domingo, 22 de julho de 2012
Alimentação e o Sistema Imunológico
A alimentação adequada aumenta o sistema de defesa imulógico do organismo Tanto por excesso como por falta de calorias a alimentação influi na atividade imunológica. Calorias em excesso podem afetar a capacidade do sistema imunológico de combater infecções, motivo pelo qual a obesidade está relacionada a uma maior incidência de doenças infecciosas. Além disso, as pessoas obesas são mais propensas a desenvolver doenças do coração que, por sua vez, estão relacionadas com alterações da função imunológica. Mas também as pessoas desnutridas apresentam um maior risco de contrair infecções, ao igual que quem segue regimes de emagrecimento de menos de 1.200 calorias ao dia ou outros de maior número de calorias, porém desequilibrados, já que essas dietas podem fazer diminuir a função imunológica. A redução das gorduras na dieta é fundamental para controlar o peso, mas também é para o ótimo funcionamento do sistema imunológico. Parece ser que as dietas ricas em gordura reduzem a resposta imunológica, aumentando assim o risco de infecções. Portanto, ao se reduzir o conteúdo de gordura na dieta, a atividade imunológica aumenta. Mas não é só uma questão de quantidade, a procedência ou qualidade das gorduras que introduzimos em nossa alimentação no dia a dia também é importante. É conveniente incluir em nossa dieta peixes, frutos secos, azeite de oliva e girassol ou soja ou azeite de linho para assegurar um equilíbrio de diferentes gorduras essenciais para a saúde. Consumir regularmente produtos lácteos fermentados -como iogurte - contribui, do mesmo modo, a aumentar as defesas imunológicas. De fato, há estudos que demonstram que quem toma regularmente leites fermentados apresentam, além de uma maior resistência aos microorganismos que provocam as intoxicações alimentares, um melhor estado do sistema imunológico. Finalmente, a manutenção em condições do sistema imunológico requer um consumo constante de todas as vitaminas e minerais necessários. Para isso, terá que assegurar-se de seguir uma dieta equilibrada que inclua variedade de alimentos nas quantidades adequadas. Nutrientes diretamente relacionados com o sistema imunológico Vitamina C: a vitamina C contribui à manutenção das barreiras naturais contra as infecções, aumenta a produção de interferon (substância celular que impede a uma ampla gama de vírus provocar infecções), motivo pelo que a imunidade pode ser potencializada. Além disso, esta vitamina é necessária para formar colágeno, um componente essencial das membranas das células. A vitamina C pode ser encontradas em alimentos como o kiwi, mango, abacaxi, caqui, cítricos, melão, morangos, pimentão, tomate, verduras da família da couve, frutas e hortaliças em geral. Vitamina E: diversos estudos demonstraram que aumenta a resposta imunológica (administrou-se 200 mg/dia desta vitamina a pessoas que não seguiam uma alimentação sadia e com defesas baixas, e sua resposta imunológica melhorou notavelmente). Pode ser encontrado no óleo de germe de trigo, óleo de soja, germe de cereais ou cereais de grão integral (pão, arroz e massas alimentícias integrais, etc.), azeite de oliva (principalmente, o virgem extra de primeira pressão em frio), vegetais de folha verde e frutos secos. Vitamina A: representa um papel essencial nas infecções e na manutenção da integridade da superfície das mucosas (barreiras naturais contra as infecções). Pode ser encontrada no fígado, manteiga, creme de leite, ovos e laticínios de leite integral. O beta-caroteno, quando o organismo o requer transforma-se em vitamina A. Presente em legumes de cor verde ou de coloração vermelha-alaranjado-amarelado e algumas frutas (damascos, cerejas, melão e pêssego…). Outras vitaminas: são conhecidas alterações do sistema imunológico associadas ao déficit de vitaminas do grupo B. A carência de ácido fólico ou vitamina B9 suprime a resposta de alguns linfócitos, o que por sua vez e acompanhada de uma diminuição de anticorpos (substâncias que lutam contra bactérias e produtos tóxicos ao organismo). O complexo vitamínico B aparece na maioria de alimentos de origem vegetal (legumes, fruta fresca, frutos secos, cereais, verduras) e nos de origem animal (carne e vísceras, pescado e frutos do mar, ovos e nos produtos lácteos). O ácido fólico se encontra em maior quantidade nas verduras de folha verde, legumes verdes, frutas, cereais de café da manhã enriquecidos e fígado, e a vitamina B12 abunda no fígado e nos frutos do mar, mas também está presente em alimentos como carne, peixe, ovos e laticínios. Também devemos considerar os Flavonoides, substâncias próprias de plantas (corantes) de ação antioxidante. Estão presentes em numerosos vegetais, alguns dos quais potencializam a ação da vitamina C, como por exemplo: verduras da família da couve, verdura de folha verde, frutas vermelhas e cítricas; o Ferro: cujo déficit provoca uma diminuição da proliferação (multiplicação e crescimento) celular e da resposta imunológica. Está presente no fígado, carnes, pescado, ovo e, em menor proporção nos laticínios. O Zinco: sua carência influi no sistema imunológico e afeta fundamentalmente os órgãos linfóides (que produzem linfócitos) e à resposta imunológica. O zinco o encontramos nos frutos do mar, fígado, sementes de abóbora, queijos curados, legumes e frutos secos, cereais completos, carnes, pescados, ovos e lácteos. O Selênio: o déficit afeta à imunidade, estando diminuída, entre outros, a atividade bactericida, a resposta dos anticorpos frente a certos tóxicos e o desenvolvimento de linfócitos. Está presente na castanha do Pará, na carne, peixe, frutos do mar, cereais, ovos, frutas e verduras. Recomendações para potencializar nossas defesas * Seguir uma dieta variada, baseada em alimentos frescos e ricos em vitaminas e minerais. * Estimular a circulação sangüínea e linfática e fortalecer o organismo, com banhos em temperatura alternada (frio / quente) * Dormir o suficiente número de horas para favorecer o correto funcionamento de nosso sistema de defesa. * Realizar de forma regular atividade física de intensidade moderada (caminhar a passo ligeiro, nadar, bicicleta, etc.). * Aprender a levar um ritmo de vida mais relaxado e a evitar o estresse, um dos principais inimigos de nosso sistema imune. Lembre sempre: Estresse prolongado, dietas inadequadas, mudanças bruscas de temperatura ou o descanso insuficiente provocam que nosso corpo fique ressentido e prejudique nosso sistema de defesa imunológico.
segunda-feira, 25 de junho de 2012
Vitamina E para que serve?
Vitamina E
Sinónimos
O termo vitamina E cobre oito compostos encontrados na natureza. Quatro deles são chamados tocoferóis e quatro são tocotrienóis, sendo identificados pelos prefixos a-, b-, g- e d. O alfa-tocoferol é o mais comum e o mais activo biologicamente destas formas de ocorrência natural de vitamina E.
O nome tocoferol deriva da palavra grega tocos, que significa nascimento, e pherein, que significa transportar. O nome foi dado para ressaltar o seu papel essencial na reprodução das várias espécies animais. O –ol final identifica a substância como sendo um álcool.
Principais fontes na natureza
O óleos vegetais (amendoim, soja, palma, milho, cártamo, girassol, etc.) e o gérmen de trigo são as fontes mais importante de vitamina E. Fontes secundárias são as nozes, a sementes, grãos inteiros, e os vegetais de folhas verdes. Alguns alimentos básicos, como o leite e os ovos, contêm pequenas quantidades de a-tocoferol.
Para além disso, as margarinas e outros alimentos são fortificados com vitamina E.
Estabilidade
A luz, o oxigénio e o calor, factores prejudiciais ocorrentes em longos períodos de armazenagem e processamento de alimentos, diminuem o conteúdo de vitamina E dos alimentos. Em alguns alimentos tal pode decrescer em até 50% apenas após 2 semanas de armazenamento à temperatura ambiente. A fritura destrói, em grande parte a vitamina E nos óleos de fritar.
Principais antagonistas
Quando ingeridos ao mesmo tempo, o ferro reduz a disponibilidade de vitamina E no organismo, sendo isto especialmente crítico no caso de recém-nascidos anémicos.
As necessidades de vitamina E estão relacionadas com a quantidade de ácidos gordos polinsaturados consumidos na dieta. Quanto mais elevada a quantidade de ácidos gordos polinsaturados, maior a quantidade de vitamina E necessária.
Principais sinergistas
A presença de outros anti-oxidantes, tais como a vitamina C e o beta-caroteno, apoiam a acção anti-oxidante e protectora da vitamina E, sendo o mesmo verdade relativamente ao mineral selénio.
Funções
O papel principal da vitamina E é a protecção dos tecidos do corpo de reações que os danifiquem (perioxidação) as quais surgem a partir de muitos processos metabólicos normais e agentes tóxicos exógenos. Especificamente, a vitamina E:
- protege as membranas biológicas, tais como as encontradas nos nervos, músculos e sistema cardiovascular.
- ajuda a prolongar a vida dos eritrócitos (glóbulos vermelhos) e
- ajuda o organismo a utilizar a vitamina A de forma óptima
A vitamina E tem sido utilizada com sucesso na terapia de:
- doenças neuromusculares progressivas nas crianças com disfunções hepáticas ou biliares e em várias de doenças que afectam os bebés prematuros, tais como:
- anemia hemolítica
- hemorragia intraventricular e
- fibroplasia retrolenticular, a qual pode provocar a cegueira.
Existem evidências que indicam que a vitamina E pode ter um papel importante em:
- na caludicação intermitente
- doenças trombóticas
- função imunitária
- prevenção do cancro
- prevenção de doenças cardiovasculares
- protecção das lipoproteínas contra a oxidação
Em estudos em animais, a vitamina E mostrou também ajudar a proteger contra os danos provocados pela poluição ambiental e fumo de cigarros.
Deficiência marginal
Dado que a depleção das reservas tecidulares de vitamina E leva bastante tempo, não há registo de sintomas de deficiência clínica em adultos saudáveis. No entanto, estudos laboratoriais revelaram mudanças bioquímicas, incluindo um tempo de sobrevivência curto dos glóbulos vermelhos, perdas musculares e produção acrescida do pigmento ceroso (pigmento do envelhecimento) em certos tecidos.
Baixos níveis plasmáticos de vitamina E têm sido associados com diversos tipos de doenças sanguíneas genéticas, incluindo a anemia falciforme, talassemia e deficiência G6PD (uma enzima envolvida no desdobramento dos açúcares).
Deficiência franca
Uma deficiência de vitamina E na dieta alimentar é rara. Os sintomas de deficiência são revelados em pacientes com má absorção de gorduras e em recém-nascidos, particularmente em prematuros.
Investigações recentes mostraram que a deficiência em vitamina E, causada por uma variedade de síndromas de má absorção de gorduras, resulta num tipo raro de doença neuromuscular progressiva em crianças e adultos. Os sintomas incluem uma perda de coordenação e equilíbrio e, em casos graves, a perda da capacidade de andar.
Em bebés prematuros, a deficiência em vitamina E está associada com a anemia hemolítica, hemorragia intraventricular e fibroplasia retrolenticular.
Dose Diária Recomendada (DDR)
A ingestão diária recomendada de vitamina E, varia de acordo com a idade e o sexo e com os critérios aplicados em diferentes países. Nos EUA, a DDR para adultos do sexo masculino é actualmente de 20 mg TE (15 IU), de acordo com o Conselho Nacional de Investigação (1989), mas esta recomendação varia desde os 7,5 IU no Brasil, aos 18 IU na Alemanha Ocidental, por exemplo. As recomendações para as grávidas são tão elevadas como 30 IU em certos países.
Suplementos
A vitamina E está disponível em cápsulas de gelatina mole, comprimidos mastigáveis ou efervescentes ou em ampolas e encontra-se em muitos suplementos multivitamínicos.
Utilização terapêutica e profilática
Existem evidências que a vitamina E é eficaz no tratamento da caludicação intermitente e nos sintomas causados pelos síndromas de má absorção das gorduras.
Os investigadores estão a investigar o papel profiláctico da vitamina E na prevenção de doenças cardiovasculares, na protecção contra agentes de poluição exógenos, bem como no fortalecimento da imunidade dos idosos, e na diminuição do risco de cancro e de cataratas.
Segurança
Ensaios clínicos, que utilizaram até 200 vezes a dose de ingestão recomendada pelos EUA para adultos, não mostraram provas consistentes de efeitos adversos da vitamina E. Quando presentes ocasionalmente, os efeitos colaterais desaparecem quando é descontinuada a dose elevada do suplemento. A ingestão elevada de vitamina E pode aumentar o risco de perdas de sangue em pacientes tratados com terapia anticoagulante. Os pacientes tratados com terapia anticoagulante ou naqueles pacientes em espera para cirurgias devem evitar níveis elevados de vitamina E.
Utilização na dermatologia e cosmética
A vitamina E tem sido utilizada topicamente como um agente anti-inflamatório, para realçar a hidratação da pele e para prevenir os danos celulares causados pela luz UV.
Utilização na tecnologia farmacêutica
O tocoferol é utilizado nos produtos farmacêuticos para estabilizar, por exemplo, os componentes aromáticos e os componentes de vitamina A ou provitamina A.
História
A importância da vitamina E nos seres humanos só foi aceite recentemente. Dado que a sua deficiência não se manifesta numa doença de deficiência vitamínica generalizada e bem reconhecida, tal como o escorbuto ou o raquitismo, a ciência apenas começou a reconhecer a importância da vitamina E relativamente tarde.
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